15  08
2016
Burocracia | Finanças

4 dicas para economizar no financiamento de imóvel

Evite algumas taxas, juros e outros encargos na hora do financiamento da casa própria!

Financiar um imóvel é uma tarefa burocrática e pode ser bem difícil. Entender bem todos os prós e contras, todas as leis envolvidas dá trabalho e na maioria das vezes acaba resultando em gastos inesperados. Por isso, algumas dicas a mais sempre são bem-vindas para economizar no financiamento de imóvel.

Economizar no financiamento de imóvel

1. Fique atento ao seguro obrigatório nas parcelas

A primeira coisa é prestar atenção no seguro obrigatório. Além dos juros, todo contrato de financiamento tem esse seguro, que incide na parcela. Quanto mais velho for o participante de maior idade no contrato, mais caro ficará o seguro. Por isso, nem sempre o banco que tem os menores juros é a melhor opção para financiar.

2. O que vale é o custo efetivo total

O banco mais barato é aquele que em 99% dos casos tem o menor CET (Custo Efetivo Total). Esse é um número muito útil para comparar os custos de um crédito, porque de forma simples, resume todos os valores agregados. O CET é uma taxa de juros que representa a soma de todos os encargos — incluindo impostos, taxas de administração, prêmios de seguros, entre outros (expresso na forma de percentual anual). Todas as instituições tem a obrigação de informar o CET antes de conceder um crédito. Quando for comparar um crédito com outro, olhe o CET antes da taxa de juros e outros encargos. A taxa serve justamente para facilitar ao consumidor a comparação de empréstimos e financiamentos.

3. Nem sempre o banco oferecido pela construtora é a melhor opção

Outro ponto importante é que nem sempre negociar com o banco da construtora é a melhor opção. É claro que escolher outro banco pode atrasar um pouco o processo de financiamento (cerca de 1 mês), mas vale a pena esperar se for pra economizar. Neste caso leve em consideração outros encargos, multas e juros em contrato por conta desse pequeno atraso. O ideal é colocar os valores na balança e analisar o que vale mais a pena.

4. Calcule cada etapa para não comprometer a renda familiar!

O mais importante é colocar tudo na ponta do lápis. Pesquisar muito. Fazer bem as contas para não comprometer mais do que 30% da renda familiar (para evitar dificuldades futuras).

Qualquer financiamento é burocrático, mas se você tiver paciência e pesquisar bastante, por fim, o sonho da casa própria irá se realizar!

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