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2015
Moda | Vai Casar?

Qual vestido usar no casamento civil no cartório?

Duvido que alguma noiva nunca teve a dúvida de qual vestido usar no casamento civil no cartório! Quando a cerimônia é no religioso acaba ficando até mais fácil escolher, afinal a maioria vai direto nos trajes definidos por cada religião. Mas como muitos casais tem escolhido casar somente no cartório, esta cerimônia acaba sendo muito importante e merece um vestido especial. Além disso, o leque de opções de modelos é maior então muitas…

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Duvido que alguma noiva nunca teve a dúvida de qual vestido usar no casamento civil no cartório! Quando a cerimônia é no religioso acaba ficando até mais fácil escolher, afinal a maioria vai direto nos trajes definidos por cada religião. Mas como muitos casais tem escolhido casar somente no cartório, esta cerimônia acaba sendo muito importante e merece um vestido especial. Além disso, o leque de opções de modelos é maior então muitas meninas não sabem por onde começar a pesquisar!

A cerimônia civil também é muito importante assim como a religiosa, e se ela acontece dentro do cartório existem alguns vestidos mais indicados do que outros. Vamos conferir algumas dicas pra você arrasar no seu grande dia!

PS: lembrando que são apenas dicas e que o importante é se sentir bem e com o vestido que tenha a sua personalidade!

A princesa Kate vira rainha na hora de servir de referência para as noivas! A maioria dos vestidos dela podem ser usados em uma cerimônia civil tranquilamente. Reparem como são modelos comportados porém atuais e graciosos.

vestidos-cartorio-civil-01

Longo ou curto?

Os dois são permitidos! Se optar pelo curto, evite usar modelos com mais de 4 dedos acima do joelho, afinal é um ambiente formal. Os modelos retos e curtos são uma ótima pedida, mas se o seu sonho é casar com um vestido estilo princesa, opte por aqueles sem tecidos de armação embaixo. Vestidos no estilo vintage são uma ótima opção neste caso.
Se optar pelo longo, evite os modelos com calda ou cheio de armações. Prefira os modelos mais retos e simples já que o casamento no cartório é sempre durante o dia e merece algo mais leve!

Branco ou colorido?

Não há uma regra mas pra quem tem o sonho de se casar de branco, vá fundo! Também fica lindo casar de off-white que é aquele tom de branco puxando pro bege, só que bem clarinho. Mas os coloridos ou com texturas também estão liberados para quem deseja ousar.

Evite!

Não é aconselhável usar decotes profundos, fendas muito altas e vestidos muito curtos. Vestidos de malha/algodão que usamos no dia-a-dia também não ficam tão legais para a ocasião quanto um vestido de tecido mais requintado ou um corte mais formal.

Pode usar!

Modelos tomara que caia ou vestidos que mostrem mais os ombros e o colo estão liberados, mas sem abusar do decote! Vestidos de renda são lindos e vão super bem para uma ocasião como esta. Mas acima de tudo o importante é se sentir confortável e linda no seu grande dia!

Onde encontrar?

vestidos-cartorio-civil-02

1. Vestido Bordado de Renda Branca (Dafiti) – R$ 299,00
2. Vestido de Renda Oriental (Olook) – R$ 132,99
3. Vestido feminino reto (Renner) – R$ 159,00

vestidos-cartorio-civil-03

4. Vestido longo off white de renda (Dafiti) – R$ 475,90
5. Vestido de Chiffon (Choies) – U$35.99
6. Vestido longo verde (Amaro) – R$ 129,90

Vocês gostam de vestidos curtos ou longos? Coloridos ou clarinhos?
Me contem!

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19  01
2015
Meu Apê | Vídeos

Tour pelo Escritório + Cantinho da Beleza | Home Office Tour

Yay gente! Um dos vídeos mais aguardados aqui no blog está no ar: o Tour pelo Escritório! E não é só isso não, além de mostrar o meu ambiente de trabalho, também abri pra vocês o meu cantinho de beleza que fica no mesmo cômodo, afinal apartamento pequeno é assim, cada espaço deve ser aproveitado e otimizado! ;) Lembram do primeiro tour que fiz, onde eu estava em dúvida sobre…

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Yay gente! Um dos vídeos mais aguardados aqui no blog está no ar: o Tour pelo Escritório! E não é só isso não, além de mostrar o meu ambiente de trabalho, também abri pra vocês o meu cantinho de beleza que fica no mesmo cômodo, afinal apartamento pequeno é assim, cada espaço deve ser aproveitado e otimizado! ;)

Lembram do primeiro tour que fiz, onde eu estava em dúvida sobre comprar uma penteadeira ou uma cômoda. Pois então, decidi pela cômoda e foi a melhor coisa que fiz, afinal a escrivaninha serve pra sentar e colocar um espelho de maquiagem sobre ela quando eu precisar e a cômoda tem 4 gavetas bem fundas que acomodam muitas coisas, inclusive produtos em pé. Já se fosse uma penteadeira eu não poderia guardar tanta coisa e nem os meus materiais de escritório também.

Um outro motivo foi pensar no futuro, embora ainda seja uma incógnita se eu vou ter filho em breve ou não, a cômoda possibilita a utilização para um quarto de criança também e inclusive como trocador. Enfim, vocês viram como tudo teve de ser bem planejado e pensado pra otimizar os cômodos e até mesmo para não precisar se desfazer de móveis caso os planos mudem de rumo! :)

Bom chega de blá blá blá e vamos conferir o resultado e tudo o que eu guardo em cada gaveta e nas prateleiras. Já aviso para não repararem na organização delas, ou melhor, na falta de organização! hahaha Mas sabem como é mudança né, a gente chega cansada de trazer as coisas e simplesmente joga tudo dentro. Mas prometo gravar vídeos de organização assim que eu pular pra esse passo! :D

Dá o play aí!

Espero que vocês tenham gostado e que possam se inspirar nas ideias de decoração!

Como vocês puderam ver no meu escritório usei uma paleta de cores em dourado e branco como as principais e um mix de cores nos objetos para dar um ar jovem com um pouco de rosa, azul turquesa, azul claro, amarelo e vermelho. Essas últimas vão acabar mudando de vez em quando já que objetos são mais fáceis de alternar. Mas o fundo em dourado e branco é a minha paixão do momento pois dá um ar de glamour e deixa bem feminino! <3

Abaixo tem os links dos móveis que citei no vídeo:

Tour-home-office-cantinho-beleza-cma_02

Tour-home-office-cantinho-beleza-cma_01 Tour-home-office-cantinho-beleza-cma_03

Pra quem não viu o primeiro tour onde eu mostrei o armário por dentro, é só ver a parte 1 aqui.

Aproveite e se inscreva lá no canal pra ver os próximos vídeos antes de quem vê aqui no blog! ;)

18  01
2015
Variedades

Necessaire Cultural | Exposição Ron Mueck

A nova coluna do Comprando Meu Apê! Numa escala que define os piores dias da semana, para mim, domingo sempre ficou na primeira posição. E a segunda, na segunda. Porque domingo é uma pré-segunda. Com TV a cabo ou não, é dia de Faustão, Gugu e desânimo absoluto. Mas – NADA – como a expectativa para nos ajudar a gostar do domingo e até da segunda. Basta sabermos que o…

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A nova coluna do Comprando Meu Apê!

Numa escala que define os piores dias da semana, para mim, domingo sempre ficou na primeira posição. E a segunda, na segunda. Porque domingo é uma pré-segunda. Com TV a cabo ou não, é dia de Faustão, Gugu e desânimo absoluto.
Mas – NADA – como a expectativa para nos ajudar a gostar do domingo e até da segunda. Basta sabermos que o tempo precisa mesmo passar para chegar aquele dia importante, que vai rolar aquela coisa sensacional, que tá nos deixando com uma ansiedade absurda. Eis, a nossa intenção: revitalizar este dia borocoxô.

Quando a Bruna me procurou, sugeriu que criássemos um espaço com novidades, indicações, lançamentos, estreias, curiosidades e whatevers para você. De forma que, mesmo em eventos fora da sua cidade, você participe de cada detalhe.

Talvez você me pergunte: “Mas Ju, por que Necessaire Cultural?”. E sem peruagem eu te respondo: porque não dou um passo sem a minha necessaire.

Então comecemos nossa jornada, pela exposição que passou por Paris e Buenos Aires, chegou ao MAM-Rio em março do ano passado e veio para a Pinacoteca do Estado de São Paulo, onde segue em cartaz até 22/02.

Exposição Ron Mueck

Ron Mueck é um artista plástico que faz milagres em resina, fibra de vidro, acrílico e silicone. A maioria de suas esculturas hiper-realistas retratam o corpo humano com uma precisão absurda. E olha, te digo que se os tamanhos não denunciassem, você afirmaria que tudo que passa diante dos seus olhos é real.

Visitei a exposição pouco antes do Natal e dei muita sorte, porque normalmente seu percurso começa numa fila de virar quarteirões.

Antes de falar das obras, quero dizer que senti muita falta de informação. Os trabalhos não estavam sequer nomeados e nem apresentavam descrição. Por conta disso, se você não souber o mínimo sobre o assunto, acaba tendo uma experiência menos rica. Claro que nenhum trabalho e Mueck depende de explicações para impressionar, mas como toda expressão artística, as histórias por trás de cada obra ressaltam ainda mais os seus detalhes e influenciam a sua interpretação. Mas enfim…

Quando você entra na primeira sala, de cara encontra a escultura abaixo.

imagem 1

Mask II, 2002

Natural que você paralise sua atenção em cada detalhe: os dentes, as marcas de expressão, a perfeição com que a pele repousa sobre a bancada, os pêlos na orelha, os poros e o fato de ser uma máscara. Mas se você soubesse que este é um autorretrato de Mueck, ficaria ainda mais boquiaberto enquanto ele dorme.

Vencida a vontade de ficar ali parada para sempre observando a obra, passei para o segundo ambiente, onde um homem em escala diminuída na posição vertical, descansava sobre uma boia.

A parede azul de fundo me sugeriu, de imediato, a água. Esta é a única escultura da exposição em que não vemos os olhos do homem, mas me desdobrei inteira para poder assegurar que eles estão abertos atrás dos óculos escuros. Logo, ele vê.

imagem2-3

Ron Mueck em carne e osso à esquerda e Drift, 2009 à direita.

Como eu já havia lido sobre a obra, consegui enxergar uma outra intenção. Note que os braços – que poderiam estar fechados – projetam o homem na figura de Jesus Cristo. Em segundo plano aparece o céu azul. Os óculos escuros que antes apenas protegiam os olhos contra o sol, agora nos remete à morte, ou seja, agora ele não vê.

Assim, enxergo claramente o homem sobreposto a Jesus Cristo. Onde, para estar ali desfrutando de uma vida agradável, dependeu do sacrifício ocorrido na cruz. Outras opiniões compartilham que a boia (maior que o corpo e capaz de impedir que o homem afunde) representa a dependência do homem com relação a Cristo.

O momento “oun” da exposição é de um casal de namorados que visto de frente parece fofo e íntimo, até você dar a volta ao redor deles para notar os detalhes e perceber que a coisa, na verdade, está bem tensa por ali.

imagem 4

Young Couple, 2013

Dividindo a sala com o casal, está uma mãe carregando seu bebê. Ou melhor: uma mulher, carregando duas sacolas, uma em cada mão, com um bebê preso ao peito. Porque – embora a nossa imaginação preguiçosa diga que ali são mãe e filho – nada indica que ela é a mãe daquela criança, nem mesmo o nome da obra, que inclusive me fez perceber quão nula é a criança, olhando fixo para a mulher enquanto ela parece estar bem longe dali com seus pensamentos.

London Frieze Art Fair

Woman with Shopping, 2013

Alguns passos à frente e nunca (N-E-V-E-R) na minha vida, imaginei render tanto tempo de atenção a uma galinha, até me deparar com a de Ron Mueck.

imagem 6

Still Life, 2009

Desconfio que não é à toa que ela – morta – está posicionada exatamente no meio do percurso (quinta entre as nove obras expostas), dentre tantos seres humanos – vivos – em diferentes tamanhos e situações do cotidiano. Acredito que a intenção esteja linkada ao poder do homem em viver e também matar. Mas essa é apenas a minha interpretação.

Outra escultura badalada é a de um menino negro esfaqueado, cuja reação (ou a falta dela) é bastante curiosa, pois o rosto não expressa nenhum tipo de dor. Ele apenas se mostra espantado com o ocorrido. Seria uma observação de que a violência passou a um estágio em que já não dói mais, apenas assusta?

'Youth' 2009 (Mixed Media) by Ron Mueck

Youth, 2009

No mesmo ambiente, uma mulher carrega diversos galhos. É a primeira pessoa que aparece completamente nua e os seus olhos parecem observar qualquer ângulo. Ali, ficou gritante para mim apenas a perfeição do trabalho em conflito com um corpo “imperfeito”.

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Woman with Sticks, 2008

Na sala seguinte, um homem também nu, está sentado num barco, de braços cruzados, observando desconfiado alguma coisa. O interessante é que, as duas esculturas na sequência, intrigam e forçam a imaginação. Mas confesso que não consegui encontrar resposta para nenhuma das minhas dúvidas com relação a elas.

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Man in a Boat, 2002

A última obra da mostra é a gigantesca Couple Under an Umbrella (2013) que me mostrou o amor, a velhice e o quanto somos pequenos diante dos dois.

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Faz parte da exposição, um vídeo que mostra o processo criativo do artista e sua equipe. 50 minutos de muita concentração e caras fechadas. É claro que ninguém que é bem sucedido entrega o ouro, então não pense que as pessoas saem de lá sabendo como é que ele faz tudo aquilo. Para você ter uma ideia, aparecem muitos moldes de gesso e as esculturas já saem cheias de detalhes. Agora, como aqueles moldes são feitos, só Muek é que sabe.

Penso que o rosto do artista adormecido, abrindo a exposição, faz alusão aos seus sonhos. O que ele imagina, o que passa pela sua cabeça. Coisas que, no caso, começam a ser mostradas na sequência. Contribui com essa ideia o fato de as pessoas retratadas não serem reais.

A experiência foi incrível e deixou muitas curiosidades: o que a mulher ia fazer com tantos galhos? Por que ela e o homem estavam nus? O que aquele homem observava? Por que as pessoas nunca sorriem?

Imagens: Reprodução

Juliana Castellan | Redatora Publicitária
julianacastellan.com.br