Fui convidada pela Badoo para falar sobre relacionamentos online e foi então que me veio a ideia de também contar um pouco sobre como conheci o meu noivo César, pois nunca contei sobre isso pra vocês! Não, eu não conheci ele na internet, mas posso dizer que graças a ela nós estamos juntos até hoje
Fui convidada pela Badoo para falar sobre relacionamentos online e foi então que me veio a ideia de também contar um pouco sobre como conheci o meu noivo César, pois nunca contei sobre isso pra vocês! Não, eu não conheci ele na internet, mas posso dizer que graças a ela nós estamos juntos até hoje <3
Quando fiz 23 anos, resolvi fazer uma festa em casa e convidei meus amigos e familiares. Mas foram chegando pessoas na festa que eu nem fazia ideia de quem eram. Um amigo trouxe um outro amigo dele, uma amiga trouxe a prima dela e assim por diante, quando me dei conta a casa estava lotada! :D
E o César era o amigo do meu amigo! Não o conhecia nem de vista. Lembro-me bem que a música que estava rolando era um forró universitário e eu estava conversando e rindo com as minhas amigas, quando o César me perguntou se eu gostava de forró! Porém como o som estava alto, eu entendi: “você quer dançar forró?” E respondi: não, eu não sei dançar forró! Então ele disse: “mas eu não perguntei se você quer dançar, eu perguntei se você gosta do ritmo apenas”. (Toma, Bruna!hahahahahahah) e a conversa parou por aí… ele foi embora cedo e ficou por isso mesmo!
Não iríamos nos ver ou nos falar de novo, se não fossem as redes sociais na internet! Acabei encontrando ele no orkut, nossa naquela época essa rede social estava no auge! E começamos a nos falar por scraps, mas era apenas uma amizade sem maiores pretensões. Um belo dia sem eu saber, ele tocou a campainha lá de casa, meu pai atendeu e ele falou para o meu pai que era um amigo meu. Fui lá atender e ficamos conversando bastante no portão. Depois nos falamos no msn (mais uma rede que nunca mais entrei!), marcamos de ir a um parque e finalmente rolou o primeiro beijo! Depois deste dia nunca mais nos largamos, isso já tem mais de 6 anos!
Acredito que a internet ajuda muito quem está solteiro ou solteira, seja para conhecer pessoas que você nunca viu, seja para continuar um papo que começou em um bar, por exemplo. Hoje em dia chega até a ser engraçado, as pessoas nem trocam tanto o número de telefone, elas já perguntam se a outra pessoa tem algum perfil na internet!
Então a dica de hoje é a rede social Badoo. Achei muito legal quando recebi essa proposta de contar pra vocês sobre ela, porque sei de muita gente que acompanha o blog que quer conhecer alguém legal para juntar as escovas de dente! heheheh. Dá para conhecer e se relacionar com pessoas do Brasil e do mundo através do chat online. Mas não serve somente para este tipo de relacionamento, também ajuda a encontrar aquele amigo de infância ou algum parente distante.
Eu mesma tive experiências de encontrar amigos que nunca mais tinha visto. Reencontrei uma amiga, através do orkut, que praticamente nasceu junto comigo. Perdi o contato com ela quando eu tinha 10 anos, ela se mudou para o interior, eu para outra cidade e as nossas mães perderam o contato. Onze anos se passaram, tentei procurá-la na internet várias vezes mas nunca a achava. Estava fazendo faculdade na época e um belo dia resolvi novamente digitar o nome dela no orkut. Pronto, finalmente achei! Não conseguia reconhecê-la pelas fotos, mas sabia que era ela por causa de uma comunidade do bairro que nós havíamos morado! E por coincidência do destino, mal sabia eu que todo o tempo do meu curso de faculdade, o primo dela estudava na minha sala, dá pra acreditar?! O engraçado é que toda vez na chamada falavam o sobrenome dele e eu lembrava dela, mas nunca tinha pensado que poderiam ser parentes, afinal o sobrenome deles não era tão diferente assim. Voltamos com a nossa amizade com força total e descobrimos que estávamos morando em cidades vizinhas, ela na capital e eu no Grande ABC, coisa de 20 minutos.
Eu só sei que a internet sempre fez parte da minha vida. Quando tinha 12 anos ganhei meu primeiro computador, mas não me lembro exatamente quando a internet passou a funcionar lá em casa, acho que devia ter uns 16 ou 17 anos talvez. Tempos de internet discada de 56 kbps, onde pagávamos por cada pulso (por minuto) e a linha do telefone ficava ocupada! Pra não acontecer isso e a conta não sair cara, esperava até 00h00 para poder pagar apenas um pulso, mas era terrível de conectar, afinal todo mundo esperava para acessar no mesmo horário e congestionava tudo hahahahahah. Tempos de ICQ (ó ou! Quem se lembra desse sonzinho?!), de chat on line da UOL, salas de bate-papo segmentadas por cidades, fotolog (noooossa, era demais!), passava a madrugada fazendo amigos virtuais e até mesmo conversando com as amigas de escola que moravam do lado de casa, mas era muito mais engraçado ficar zuando com elas nos chats da vida!
Boas recordações…
Mas é bom frisar que relacionamentos online devem ter um cuidado muito especial, afinal não temos como saber se aquela pessoa do outro lado da telinha é 100% confiável. É importante, principalmente para os adolescentes, que os pais ou responsáveis saibam com quem estão se relacionando. Cautela nunca é demais!
Eu só tenho a agradecer a internet por tantas coisas boas que aconteceram na minha vida, empregos que conquistei, cursos que conheci e pude fazer, por ter feito amigos maravilhosos. E de 2010 pra cá, principalmente por conta do Comprando meu APê e do meu canal no YouTube, ganhei amigas que levarei pra vida toda! :)
Quem aí também viveu essa fase na internet? Quem tem alguma experiência de namorado, marido ou amigos que conheceu por ela?
Se quiser me acompanhar nas minhas redes sociais atuais, seguem os links abaixo: Facebook pessoal| Página do blog no Facebook| Twitter |Instagram| Youtube | Pinterest | Google + Tenho uma conta no We Heart It, mas ainda não postei nada lá, então assim que estiver funcionando aviso vocês. Estou cogitando fazer um Tumblr também, são muitas redes para dar conta hahahahaha, mas em breve quero agitar esses cantinhos, só preciso de mais tempo. Espero que em breve eu consiga fazer tudo que quero :D
Burocracia Venho recebendo nos comentários aqui do blog e nas redes socias, muitas dúvidas sobre como funciona exatamente aquele programa de financiamento da Caixa: Minha Casa Minha Vida. Mas primeiro, deixa eu esclarecer para quem chegou agora no blog como foi o processo da compra do meu apê! Quando meu noivo (na época ainda namorado) e eu resolvemos comprar nosso apartamento, íamos fechar negócio com um outro apê de 2…
Venho recebendo nos comentários aqui do blog e nas redes socias, muitas dúvidas sobre como funciona exatamente aquele programa de financiamento da Caixa: Minha Casa Minha Vida.
Mas primeiro, deixa eu esclarecer para quem chegou agora no blog como foi o processo da compra do meu apê!
Quando meu noivo (na época ainda namorado) e eu resolvemos comprar nosso apartamento, íamos fechar negócio com um outro apê de 2 dormitórios de 46 m2 que era do programa Minha Casa Minha Vida. Ficamos muito tentados pelo preço mais baixo do imóvel, parcelas facilitadas e ainda ficava numa boa localização.
A corretora deste empreendimento nos disse que era muito vantajoso como investimento, mesmo que não fossemos morar nele, já que o valor estava baixo e depois na entrega o preço iria subir bastante (conversinha da maioria dos corretores, claro!).
Neste dia eles não tinham o modelo decorado para visitarmos e por ironia do destino a corretora deu a sugestão de irmos visitar um modelo decorado de outro empreendimento da mesma construtora que ficava bem perto dali e que tinha quase a mesma proporção, com a diferença que o outro era de 49m2 com varanda e esse que ela estava vendendo 46m2 sem varanda.
Fomos até lá para ver e ter uma noção antes de sair assinando a papelada, mas chegando lá, acho que foi coisa do destino, havia um corretor na porta que nos disse que o decorado de 2 dormitórios já havia sido demolido pois a obra já estava começando e que só tinha o modelo de 3 dorm. (62,5 m2) para nos mostrar. Ele só tinha uma unidade a venda, pois era de um comprador que estava com o nome sujo e não teve como fechar o negócio.
Entramos para ver mesmo assim e nos encantamos, tinham 3 quartos e uma varanda pequena mas pelo menos tinha uma né! O preço estava mais alto do que o outro e não fazia parte do programa Minha Casa Minha Vida. Todo o valor de construção teria que ser pago diretamente a eles durante o período todo até a entrega das chaves. Voltamos pra casa, conversamos mas ainda estávamos em dúvida. Foi então que conversei com alguns amigos que já tinham experiência com o programa MCMV, pesquisei em sites e revistas de economia e então acabaram-se todas as dúvidas rs. Fechamos com essa última unidade do apê de 3 dormitórios, por isso que eu não tive escolha e meu andar ficou sendo o penúltimo (25º)! Oh God! kkkkk
Mas depois vi que fiz a coisa certa em não fechar o outro, não que seja uma furada o programa MCMV, não estou dizendo isso. Mas descobri uma série de coisinhas que existem por trás deste programa para “ajudar” na compra da casa própria que eu não iria aceitar. Então vou contar aqui pra vocês poderem tirar suas próprias conclusões e pesar se vale a pena para vocês ou não, ok?
O que é o programa Minha Casa Minha Vida?
É um programa do Governo Federal que acontece em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos. Segundo o site da CEF (Caixa), já foram contratadas mais de 1 milhão de moradias. O programa oferece algumas “facilidades” para famílias que tem renda de até R$ 5.000,00, como, por exemplo, descontos, subsídios e redução do valor de seguros habitacionais.
O que é esse tal de subsídio que a Caixa “dá” para quem tem baixa renda?
Basicamente significa que o governo paga uma parte do imóvel para você (na teoria né! rs).
Por exemplo: se você comprar um imóvel de R$ 80.000,00, você ganhará um subsídio de aproximadamente R$ 16.000,00. O valor do subsídio vai depender da avaliação do seu cadastro pela CEF e suas condições socioeconômicas. Esse aí foi um exemplo fictício que dei, ok?
Então no exemplo acima, você teria que financiar apenas R$ 64.000,00 já que o restante foi “pago” pelo governo.
Mas o que descobri na época, foi que esse subsídio que o governo dá, é engolido pelos juros do financiamento durante os 30 anos, ou seja, eles fingem que te dão, mas você vai pagar de volta kkkkkkkkkk. Isso eu fiquei sabendo em 2010, mas se alguém souber de alguma mudança, deixe aqui nos comentários, apesar de eu acreditar que eles jamais mudariam isso, já que é lucro pra eles né :D
A Caixa diz que o juros são reduzidos para quem entra neste programa, mas na época fiz as contas e mesmo assim ultrapassava fácil o valor do subsídio. No final de 30 anos eu iria pagar o valor de quase 3 imóveis!
Aí pensei: mas então podemos driblar isso e fazer o dinheiro do subsídio valer, desde que a gente se esforce e pague o apartamento antecipadamente, certo? Errado. Se você quitar o apartamento, você perde o subsídio que “ganhou”, você é obrigado a ficar com o apartamento sendo financiado por no mínimo 10 anos, se não cadê o lucro deles com juros né? :D
E se eu vendesse para outra pessoa então? Nem pensar, a Caixa não permite a venda de imóveis financiados pelo programa. Você só poderia vendê-lo se quitasse e como já vimos acima, se quitar, você terá que pagar aquele valor que você “ganhou” lá na hora de fechar o contrato!
E nem invente de fazer o tal do “contrato de gaveta”, pois a dívida continuará sendo sua e se o outro comprador não pagar, você continua sendo o responsável pela dívida.
Quando você compra um imóvel pelo programa MCMV, você já começa pagando a entrada e as parcelas diretamente para a CEF, mesmo que o apartamento esteja em fase de construção ou na planta. Essa entrada pode vir de recursos como o seu FGTS ou outras fontes. No meu caso como não fiz pelo programa, já que o valor do meu imóvel ultrapassava o limite da CEF na época, então eu pago diretamente para a construtora. O importante em ambos os casos é pesquisar muito bem sobre a empresa construtora e ver se é confiável no mercado, ok?!
Outra coisa que também nos fez desistir de fechar com o apê deste programa, foi que na época o valor da renda familiar era menor que R$ 5 mil, e se entrassem o meu nome e o nome do meu namorado no contrato de compra, já ultrapassaria a renda permitida para usufruir do subsídio da Caixa. Então para conseguirmos esta “ajuda” do governo, teríamos que colocar no nome de uma pessoa só. Mas como não somos casados ainda, queríamos deixar tudo muito certo, metade no nome de cada um, então este foi um grande impecilho.
Mas no fim deu tudo certo, gostei muito mais do apartamento que compramos. Deus sabe o que faz!
Agora estamos só esperando pela entrega das chaves que era pra ter sido este mês, mas como viram no outro post será atrasada um pouquinho ainda por motivos de chuvas, greve de funcionários e todo aquele blá blá blá de sempre das construtoras!
Ahh gente, a maioria dessas informações eu sei da época que comprei o meu apê em novembro/2010, mas se vocês souberem de alguma informação nova, é só acrescentar aqui nos comentários para ajudar quem está com dúvidas, ok?
Nossa, me empolguei e o texto ficou longo hoje rs, mas espero que eu tenha ajudado alguém de alguma forma!
E não pensem que o MCMV é só furada, afinal para quem não tem como comprar um imóvel à vista e tem baixa renda, ainda é uma ótima opção. E na maioria das vezes, financiar por este programa do Governo, sai mais vantajoso que pagar um aluguel.
Então sugiro irem até uma agência da Caixa e se informarem melhor. E consulte pessoas que já passaram por isso ou se caso conhecer algum economista ou corretor de imobiliária (que não seja o vendedor do imóvel que você está pesquisando! kkkk) vai ajudar bastante!
Para ajudar ainda mais a esclarecer sobre finanças pessoais, investimentos e compra de imóveis, criei uma comunidade que se chama #RumoAoMeuApê. Lá eu envio conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail, totalmente focados em te ajudar na conquista dos seus maiores sonhos. Para fazer parte basta se cadastrar clicando aqui!
Vai Casar?Hoje na seção “Vai Casar?”, teremos um vídeo de casamento muito especial!Vocês conhecem o ator Juliano Cazarré? E se eu falar no Adauto de Avenida Brasil? Agora sim né! A história do casal Juliano e Letícia é linda, os dois formaram um casal muito fofo. E a trilha sonora do vídeo é perfeita, Dog days are over, da Florence + The Machine, amooo muito, ouço sempre no iTunes aqui do…
Vai Casar? Hoje na seção “Vai Casar?”, teremos um vídeo de casamento muito especial! Vocês conhecem o ator Juliano Cazarré? E se eu falar no Adauto de Avenida Brasil? Agora sim né!
A história do casal Juliano e Letícia é linda, os dois formaram um casal muito fofo. E a trilha sonora do vídeo é perfeita, Dog days are over, da Florence + The Machine, amooo muito, ouço sempre no iTunes aqui do trabalho :) Entre os convidados da festa, estava Wagner Moura, que abraça o noivo com muito carinho.
Vamos conferir?
Fonte: Nos2Filmes A alegria dos dois era tão contagiante que os convidados se divertiram demais o tempo todo. Acho maravilhoso quando uma festa de casamento é assim, onde todos realmente celebram a felicidade dos noivos com muito entusiasmo!
A noiva vestiu um modelo desenhado pela estilista da marca A Modista, Gisele Dias. Casamento lindo, não?!
Olá, eu sou a Bruna Dalcin, Educadora Financeira, Empreendedora Digital e Autora do blog Comprando meu Apê. Comprei meu apartamento sem entrar em financiamento com bancos, trabalhando como a maior parte dos assalariados brasileiros. Graças à mentalidade que desenvolvi focada em organização e planejamento financeiro, aliada aos meus estudos em investimentos, venho conquistando muitos objetivos.
Na compra do meu primeiro apartamento descobri informações que foram omitidas pelo corretor de imóveis e resolvi criar o Comprando meu Apê para dividir meus conhecimentos, ajudar mais pessoas a não caírem em roubadas, mas além disso, ajudá-las também a realizarem seus maiores sonhos. Bora fazer parte do time de realizadoras? Vem comigo!